segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Como uma metodologia aumenta seus resultados em marketing digital


O termo marketing digital foi criado há alguns anos para designar uma nova forma de se relacionar e se comunicar com clientes e consumidores no crescente mercado da internet. Porém, com a evolução da web, essa atividade vem se tornando cada vez mais complexa.
Para aplicar o marketing digital, um gestor ou empresário tem à sua disposição para promover seus produtos e serviços uma série de recursos: links patrocinados (adwords), redes de displays, otimização de sites (SEO), blogs, e-mail marketing, ações em redes sociais, e-commerce e programa de afiliados, só para citar as mais importantes. Cada um tem as suas próprias características e devem ser usados de acordo com o perfil do público-alvo e do segmento de cada empresa.
Além disso, é necessário ficar atento também às novidades e tendências que chegam e se vão com enorme rapidez. Até pouco tempo atrás a grande febre eram os sites de compras coletivas; hoje vivemos o momento dos aplicativos (apps) para smartphones e tablets; e amanhã?
A adoção de uma metodologia tem por objetivo justamente estabelecer um processo estruturado para organizar o trabalho nesse nível de complexidade. Já existem diversos métodos nesse sentido e um dos mais consistentes é a metodologia 8Ps. Elaborada pelo professor de pós-graduação da ESPM Conrado Adolpho, tem a grande vantagem de ter sido concebida com base na experiência prática e realidade do mercado brasileiro e se divide em oito passos (os 8Ps):
1. Pesquisa: Conhecer o público-alvo da sua empresa e como inter(agir) com ele na internet.
2. Planejamento: Como elaborar um plano de ação, orçamento, equipe de trabalho e formas de avaliar os resultados através de um documento formalizado.
3. Produção: Transformar o site em uma plataforma de negócios.
4. Publicação: Desenvolver conteúdo de relevância para atrair consumidores e clientes.
5. Promoção: Criar campanhas promocionais e divulgá-las nos diferentes canais disponíveis na web.
6. Propagação: "Viralizar" as promoções de modo a aumentar exponencialmente o número de pessoas atingidas pela campanha.
7. Personalização: Identificar as diferenças entre as necessidades de grupos de clientes e desenvolver ações promocionais e de comunicação personalizadas.
8. Precisão: Mensurar a avaliar os resultados de acordo com indicadores de desempenho.
Ao todo os 8 passos formam um ciclo que permite à empresa descobrir suas "verdades": como agem seus consumidores, o que funciona e não funciona em seu mercado específico, um método para gerar e colocar em prática o conhecimento adquirido. Não estabelece fórmulas, mas mostra o passo a passo para definir as suas prioridades na internet. Os interessados em conhecer mais detalhes sobre a metodologia podem consultar o livro "Os 8Ps do Marketing Digital", publicado pela editora Novatec.

O futuro é móvel: como as mídias portáteis estão transformando o mundo?


Hoje um indivíduo com um smartphone na mão pode ter mais poder do que tinha o governo dos EUA com todos os seus computadores nos anos 1950. A afirmação é auspiciosa, mas seu autor a defende com bastante convicção e apresenta fortes argumentos para isso.
Em entrevista ao Administradores.com, Tomi Ahonen – ex-diretor do Departamento de Consultoria Global de Negócios 3G da Nokia e um dos maiores especialistas em mídias móveis do mundo – afirma que a popularização dos aparelhos de comunicação móveis fortalece a democracia, dando como exemplo as revoluções no Oriente e a implementação de serviços cidadãos através de celulares em países de tradição democrática consolidada.
Além disso, ele destaca que a explosão da comunicação móvel cria novas oportunidades de negócio, e garante que o futuro está nesse segmento.

Você diz que o futuro é mobile. Por quê?

Boa pergunta. No começo, a indústria da comunicação e a mídia eram eletrônicas. Agora, são digitais. Nesse processo, se tornaram multimídia e agora estão se tornando interativas. E mobilidade é isso. A televisão é eletrônica, sim. Ela é multimídia, sim. Mas não é tão boa em interatividade. Já a Internet é ótima nisso, mas ainda não está em todo lugar com os dispositivos tradicionais. Mobilidade é, então, a transformação que vem acontecendo. Cada vez mais é por meio dos aparelhos móveis que fazemos nossa primeira comunicação. Se fazemos algo interessante, na hora tiramos fotos. Pelo celular, usamos a internet para carregar jogos ou ler alguma notícia. Nós podemos fazer isso com diferentes dispositivos, podemos ligar o rádio, pegar o vídeo game, tanto faz. Mas o celular é o dispositivo de comunicação que não largamos. Gostamos de enviar mensagens. Então, quando o dispositivo que usamos para isso ganha uma câmera, a partir de então, essa será nossa câmera preferida. Se ganha uma tela, essa se torna nossa tela preferida. Se ganha funções de interatividade, a partir desse momento, se torna nosso principal dispositivo de comunicação multimídia.
Tomi Ahonen, um dos maiores especialistas em mídias móveis do mundo (Foto: Simão Mairins/Administradores.com)

Você diz que hoje nós temos mais poder com um celular na mão do que os Estados Unidos tinham com imensos computadores, há 50 anos. O que esse poder significa?

Esse é um ótimo ponto. Se olharmos para o cálculo tradicional do poder da computação, o foco está no poder de processamento, quantos milhões, bilhões de contas ele pode fazer. Então, desde cedo, os computadores foram capazes de realizar muitos cálculos por segundo. E hoje nós temos esses milhares de cálculos em um pequeno celular. Nós temos a mesma memória que um computador cujo uso dependia de um centro bem equipado com ar condicionado, onde eles recebiam uma placa refrigerada, cheia de memória, que era destinada apenas para ler e calcular, ler e calcular. Então, se você medir o poder do computador, você será confrontado por um Iphone que é mais poderoso que qualquer computador do planeta, há 20 ou 40 anos, e ainda pode ser levado a qualquer lugar.

E para os negócios, o que esses avanços tecnológicos significam?

Se você pensar sobre os primeiros computadores, vai ver que eles foram inventados para a ciência espacial, energia e bombas nucleares. Eles foram usados para espionagem. Hoje, os computadores mais poderosos do mundo estão com as equipes de Fórmula 1, e são eles que fazem o design dos carros de corrida. Nós estamos usando celulares para nos habilitarmos e computadores para criar filmes como Avatar. Computadores já foram "coisa séria", exclusividade de militares, segurança nacional, você sabe, emergências. A nossa geração substitui esse uso pelo entretenimento. Fazer filmes, propagandas e até as músicas soarem melhor. Se você pensar nos telefones celulares, nós sabemos que eles podem fazer filmes em três dimensões, assim como Avatar. Nós podemos ter filmes curtos e torná-los magníficos no nosso bolso. Então, nós estamos usando o poder da computação para nos entreter. Nós não precisamos calcular.

Você acredita que milhões de pessoas, cada uma com um smartphone na mão, são mais fortes que um governo em posse de um super computador?

Sim, e eu acredito que temos o exemplo perfeito. Observe a Primavera Árabe. Telefones celulares não criaram o movimento, assim como não criaram a revolução Occupy Wall Street. Revoluções são com a Francesa, a Comunista, a Russa. Revoluções sempre existiram. Mas o celular permite às pessoas dizerem "a polícia está chegando", "vamos nos encontrar nas ruas" ou "agora vamos ao banco". Permite que as pessoas se comuniquem instantaneamente. Aparelhos telefônicos simples, no nosso bolso, já estão preparados para o caso de um policial bater em um jornalista. Alguém poderá fotografar ou filmar rapidamente e isto chegará ao presidente com a frase "veja o que os policiais estão fazendo". Telefones celulares estão viabilizando uma nova democracia, mais realista, humana, onde todos de fato se envolvem. A existência desses aparelhos permite o acesso à democracia pelas pessoas. Elas podem controlar a hostilidade do governo com a população.

O mercado e as empresas precisam se preparar para lidar com esse tipo de democracia?

Eu acredito que isso mostra a maturidade do governo e da democracia. Por exemplo: para alguns países, a democracia é algo novo e o governo está com medo, São lugares como a China, Coréia do Norte, Irã, entre outros. O governo tenta sufocar a comunicação entre as pessoas, mas se por acaso você for à Coréia do Sul você conhecerá o sistema de comunicação que liga o governo e a população. Lá se você cair em um buraco na rua é possível ligar diretamente para o órgão responsável e exigir que seja feita uma manutenção. Imagine você em São Paulo, na mesma situação, mandando mensagem para o responsável pela rua e recebendo dele uma resposta imediata, já que é digital e você tem uma gravação da reclamação da pessoa. O problema seria resolvido e você receberia uma mensagem de volta com os agradecimentos. Se os governos assumirem uma postura positiva em relação às novas tecnologias, eles estarão aproveitando uma grande oportunidade.

O que falta para as regiões menos desenvolvidas chegarem a esse nível mencionado, em que as mídias digitais são úteis. Como podemos chegar lá e por que ainda não chegamos?

É fácil olhar para a Apple, seus computadores, iPads, iPhones e pensar: esse é o futuro. Não é. Para a maioria das pessoas, principalmente nos países emergentes onde o maior dispositivo digital é o celular, e não é um iPhone ou Blackberry, é apenas um Nokia simples e barato, ou Motorola, LG. Nós precisamos construir algo, principalmente serviços governamentais, que funcionem através de SMS. Exceto para documentos importantes, como um passaporte, tudo seria feito por mensagem, consultar impostos, relatar um problema, puxar seu histórico. Cingapura foi pioneira nisto, e a Índia seguiu o exemplo. É um serviço chamado "e-govermment", que pode ser acessado pelo celular ou computador. Lembre-se de que só 5% da população possui um computador, mas todo mundo tem um celular para mandar mensagens e receber respostas imediatas. Se em Cingapura temos esse sistema, é possível aplicá-lo no Brasil.

Você diz que o celular é uma mídia de massas, mas tem propriedades particulares. O que significa ter uma mídia massificada, porém personalizada?

O conteúdo de uma mídia de massas alcança milhares de pessoas, mas não é personalizado. Por exemplo, enquanto você recebe milhares de notícias sobre esportes no Brasil, eu posso programar para receber notícias apenas sobre Fórmula 1. Eu não me interesso por futebol, mas quem é fã pode receber notícias sobre esse jogo e qualquer outro que lhe interesse. Isso é pessoal. Então nós podemos focar em como adequar esse conteúdo pessoal em uma mídia que tenha audiência das massas. No celular, nós podemos focar no que é relevante para nós. Seu melhor amigo escolherá um conteúdo diferente, assim como sua mãe, pai, filho, cada um selecionará as noticias dentro de um mundo de opções. Um exemplo: no Japão, foi introduzido um serviço de notícias que opera na tela do seu celular. Geralmente, a tela inicial do seu aparelho mostra que horas são. Melhor que o relógio, nós podemos ter a atualização de notícias de uma fonte como a CNN, através de um botão. Quando eles apresentaram esse sistema no Japão, foi um sucesso instantâneo. As pessoas pagavam US$ 2 por mês pelo acesso. Quando eu dizia isso nos jornais, eles diziam "Meu Deus". A reação era a mesma no rádio, na televisão e então eles passaram a reparar nessa nova moda e classificá-la como uma nova mídia de massas.

Você afirma que as empresas encontraram um novo caminho para ganhar dinheiro com celulares. Como isso é viabilizado?

Sim, os celulares são fábricas de dinheiro para a mídia. Eu lhe darei um exemplo que é até meio óbvio. O American Idol (formato original dos programas da linha do "Ídolos"). O que você pagar para votar em seu artista preferido pelo telefone é dividido entre a emissora, a companhia telefônica e os donos do American Idol. Nós podemos fazer isso pela Internet, podemos vender conteúdo e ganhar dinheiro através de mensagens premiadas. Nós podemos fazer isso na Billboard, no impresso, na televisão, cinema, em qualquer lugar. O celular é uma máquina mágica de fazer dinheiro. Nós podemos criar um conteúdo especial, no qual podemos vender pelo celular ou, paralelamente, adicionar novos elementos. 

Quem falha em planejar, planeja falhar.


Planejamento é uma ferramenta administrativa que traz a visão da sua atual realidade, possibilita avaliar os caminhos para alcançar um determinado objetivo traçando metas através de um referencial futuro. É a razão da ação. Onde você quer estar daqui a um determinado tempo ?

Nesse mundo de correria, fast food, é tudo pra ontem, muitas vezes executamos nossas ações por impulso sem dar conta da influência que terão no futuro. 

Atualmente, o planejamento é assunto fundamental para a continuidade e a sobrevivência de grandes empresas e corporações.

Planejar da trabalho, requer raciocínio, conhecimento, pesquisa e principalmente paciência. Renovar a mente, mexer nos nossos sonhos sem medo de que eles não se realizem, afinal, o que define o sucesso do seu plano  não é como se termina mas sim como se inicia. É necessário ousadia para reconhecer nossas capacidades e limitações, trazer o sonho pra realidade encarando as dificuldades e o medo de falhar.  Independente do quanto demore, quando planejamos, deixamos de contar com o fator sorte e nos capacitamos para superar nossas próprias expectativas.

Vencer, foi pra isso que você nasceu!

Caixa reduz taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira (31) nova redução nas taxas de juros para pessoa física e jurídica. 

As novas diminuições fazem parte do programa de redução de juros anunciado em abril deste ano, diz o banco.

A medida ocorre após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a Selic. Nesta quarta-feira (31), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu de 8% para 7,5% ao ano a taxa básica de juros da economia.

Para pessoa física, a taxa mínima da operação de crédito aporte para garantia de imóvel passa de 1,31% ao mês para 0,98% ao mês, uma queda de 25,19%. A máxima passa de 1,51% ao mês para 1,48% ao mês, queda de 1,99%.

No crédito aporte para garantia de veículo, a taxa mínima caiu de 1,84% ao mês para 1,25% ao mês, recuo de 32,07%. A taxa máxima caiu de 2,11% ao mês para 1,59% ao mês, queda de 1,59%.

Na linha de antecipação do 13º salário, a taxa, que é única, passa de 2,90% ao mês para 2,79% ao mês (queda de 3,79%). No cheque especial, a queda é de 3,70% na taxa mínima, de 1,35% ao mês para 1,30% ao mês. A máxima é de 4,27% ao mês.

A vigência das novas taxas é a partir do dia 3 de setembro, com exceção do crédito aporte, que passa a vigorar a partir do dia 5. No caso do crédito aporte para garantia de imóvel, o prazo máximo passa de 300 para 360 meses. A operação é corrigida pela TR.

Pessoa jurídica
Para pessoa jurídica, a linha cartão empresarial (parcelado com juros) teve a taxa reduzida em 68,4%, de 6,02% ao mês para 1,90%.

No cartão empresarial (rotativo), a taxa passa de 8,82% ao mês para 7% ao mês, recuo de 20,60%. Na linha de capital de giro com fundo garantidor de operações, a taxa passa de 1,61% para 1,10%, um recuo de 31,68%. Nesse caso, o prazo máximo passa de 24 para 36 meses.

No crédito especial empresa prefixado, a taxa mínima passa de 2,75% para 2,55% ao mês (queda de 7,27%). A máxima passa de 2,93% para 2,73% ao mês (recuo de 6,83%).

O cheque especial empresa com domicílio bancário cai de 4,20% para 4% (queda de 4,76%).

Em todos os casos para pessoa jurídica a vigência é a partir do dia 3.

Novo ponto eletrônico começa a valer para MPEs


Ponto eletrônico vai imprimir comprovante a cada batida de ponto. (Foto: Reprodução / TV Globo)Aparelho vai imprimir comprovante a cada 'batida'
de ponto. (Foto: Reprodução/TV Globo)
O Sistema de Registro de Ponto Eletrônico (SRPE) começa a valer, a partir desta segunda-feira (3), para microempresas e empresas de pequeno porte, definidas na forma da Lei Complementar nº 126/2006, com mais de 10 empregados, que já usam equipamento eletrônico para o registro da jornada de trabalho.
O Brasil tem mais de 6 milhões de micro e pequenas empresas, que totalizam 99% dos negócios do país, de acordo com pesquisa feita pelo Sebrae em parceria com o Dieese, entre 2000 e 2011. No entanto, o Ministério do Trabalho e Emprego fez um levantamento com base em dados do Sebrae/Dieese e chegou à conclusão que, apesar do número expressivo de micro e pequenas empresas, 80% delas estariam dispensadas de qualquer controle de jornada, por terem menos de 10 empregados. Sendo assim, a entrada da vigência do cumprimento da Portaria 1.510 alcançaria menos de 20% das micro e pequenas empresas do país, que ainda podem escolher fazer esse controle por ponto manual (livro ou fichas) ou por máquinas, em vez de escolher ter ponto eletrônico.
A implantação do novo ponto eletrônico começou a partir de 2 de abril para as empresas que exploram atividades na indústria, no comércio em geral, no setor de serviços, incluindo, entre outros, os setores financeiro, de transportes, de construção, de comunicações, de energia, de saúde e de educação; e a partir de 1º de junho para as empresas que exploram atividade agroeconômica nos termos da Lei n.º 5.889, de 8 de julho de 1973.

Em 28 de dezembro de 2011, o ministério publicou a portaria nº 2.686 no Diário Oficial da União, que determinou a adoção do novo sistema a partir de 2 de abril. O ponto eletrônico está programado para emitir um comprovante a cada vez que o empregado bater o ponto, além de o relógio não poder ser bloqueado nem ter os dados editados.

portaria nº 1.510, de 2009, que regulamenta o Registrador Eletrônico de Ponto (REP), diz que nos primeiros 90 dias após a entrada em vigor da obrigatoriedade, a fiscalização terá caráter de orientação. Nas duas primeiras visitas à empresa, o auditor-fiscal do trabalho dará prazo de 30 a 90 dias para as empresas se adaptarem. A partir da terceira visita é que começa a ação repressiva.

As empresas que mantêm controle mecânico (cartão) ou manual (escrito) do ponto não precisam mudar o sistema. Atualmente, 5% das companhias no Brasil utilizam o sistema.
Adiamentos
Em dezembro de 2011, o Ministério do Trabalho adiou a implantação do novo ponto eletrônico por meio de datas diferenciadas, de acordo com os setores e tamanho das empresas. A justificativa foi de que "devido a dificuldades operacionais ainda não superadas em alguns segmentos da economia para implantação do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto”.

Primeiro, a obrigatoriedade de ação do sistema estava prevista para setembro de 2010. Depois, para março de 2011 e então setembro. Entidades como a Força Sindical, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), haviam pedido ao governo mudanças nas novas regras.
O Ministério do Trabalho e Emprego e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) firmaram acordo de cooperação técnica para que o instituto participe do processo de certificação do equipamento Registrador Eletrônico de Ponto (REP). Além de planejar, desenvolver e implementar o programa de avaliação do REP com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, o Inmetro irá fiscalizar a produção, importação e comercialização dos equipamentos.