segunda-feira, 16 de abril de 2012

Prazo de entrega da declaração do Simples é prorrogado para 20 de abril

O Comitê Gestor do Simples Nacional informou que será publicada no "Diário Oficial da União", nos próximos dias, a resolução 99, que prorroga de 16 de abril para o dia 20 deste mês o prazo final de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) 2012, que na prática é a declaração do Imposto de Renda das micro e pequenas empresas.

Neste ano, o prazo começou no início de março, quando o programa foi disponibilizado. Até o momento, segundo a Receita Federal, mais de três milhões de declarações já foram entregues pelas micro e pequenas empresas. "Tendo em vista que houve a emissão de multas por atraso na entrega nesta data, informamos que as mesmas serão canceladas", informou o Comitê Gestor do Simples Nacional.

A declaração de 2012 refere-se a fatos ocorridos em 2011. Este é o último ano que o Fisco solicitará, formalmente, a declaração do Simples Nacional. Em 2013, 3,8 milhões de micro e pequenas empresas inscritas no Simples não precisarão mais entregar o documento.

"São 3,8 milhões de empresas obrigadas a entregar DASN, que serão dispensadas em 2013. Esse mesmo contribuinte mensalmente já faz o cálculo do pagamento do tributo no PGDAS [Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional]. E as informações trazidas no PGDAS são suficientes e permitem que não se exija mais a declaração anual. A declaração em março de 2012 do Simples Nacional ainda tem necessidade de entrega", disse o subsecretário de Arrecadação da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso em dezembro do ano passado.

Empresária de SP fatura com sachês e aromatizantes de ambientes

Fabricar produtos para perfumar o ambiente é uma ótima oportunidade de negócio, garante a empresária Rosana Hollo, proprietária de uma pequena empresa que produz sachês e aromatizantes em São Paulo. O negócio cresce em média 20% ao ano.

Rosana tem uma linha com 350 produtos. Eles são oferecidos em frascos tipo spray, difusores com varetas e até cápsulas efervescentes.

“Água perfumada para as roupas, água pra passar, refrescante pra lençol, mesmo saches, saches para armários, para colocar nas gavetas, nos armários de cama, mesa e banho. Tudo o que você tem você agrega. Em loja de móveis, você vende o móvel e já vende o difusor, para a pessoa por em cima do móvel da casa. Tudo o que você faz hoje, no segmento varejista, você consegue encaixar um tipo de cosmético”, afirma.

Os mais vendidos são os tradicionais sachês - trouxinhas de fibra com aroma. Elas são embaladas uma a uma em tecido com laço. A empresa produz 45 mil sachês por mês.

O segredo é a durabilidade. Após um ano de fabricação, o cheiro continua forte, diz a empresária. “Esse é o nosso segredo. É a tecnologia que nós desenvolvemos, juntamente com o manuseio diferenciado, que mantém o nosso sachê no mínimo seis meses aromatizado”, revela. “Não tem encalhe, de jeito nenhum. Pode ser mantido por até um ano, um ano e meio, sem perda da potência do aroma”, diz.

Do total, 60% da produção são da marca da própria empresa. Os 40% restantes ela fabrica para outras empresas. Segundo a empresária, é possível começar no segmento com R$ 2 mil, desde que a produção seja terceirizada. O dinheiro é para criar a marca e comprar matéria-prima.

“Na realidade, para você montar uma indústria de cosméticos hoje, demanda muita coisa. Além de muito dinheiro, muito tempo, funcionários, e tudo isso você tem que montar antes de pedir a aprovação da Anvisa. Você monta toda a sua empresa, estrutura toda a sua empresa, depois você vai obter a autorização para funcionar esta empresa. Então é muito dispendioso. Hoje, pra você ter uma linha de cosmético próprio, você não necessita fabricação, você precisa de um terceirista que fabrica para você”, diz.

A empresária aceita pedidos bem pequenos, a partir de 50 unidades. Para atender muita gente, trabalha com equipamentos pequenos, simples e práticos, como uma envasadora. A estratégia é produzir vários pedidos no mesmo dia, um seguido do outro.

E para quem vai começar, uma dica. É preciso cuidar de dois lados do produto: o conteúdo e a aparência. As vendas começam pelo visual. São as embalagens que atraem. Quase todas são transparentes, para mostrar esse jogo de cores do produto. O que a empresa garante é que não dá para economizar na aparência. Dos custos de um produto, por exemplo, 20% são só para a embalagem.

Montar kits com uma embalagem atraente é outra dica para quem está começando. A lucratividade aumenta. “No mínimo 100%. Isso pode chegar a até 250% de lucro”, diz.

Há várias essências no mercado para diversificar o produto. São usados aromas de lavanda, madeira, flores e frutas cítricas. “A essência é o corpo do produto. A nossa essência vem toda da França. É a melhor essência do mundo. É a única matéria-prima que a gente importa”, explica.
Setenta clientes terceirizam a produção com a empresária. Um deles é uma loja de roupas. Os aromas dos perfumes são escolhidos e a loja põe a própria marca no frasco. Cada um custa de R$ 20 a R$ 65. Representam 20% do faturamento. Há aromas para todos os gostos e ambientes.

“É um produto que agrega valores para a loja, a gente é uma loja de multimarcas, para ela estar bem antenada no mercado, é uma coisa que toda mulher está procurando hoje em dia”, diz a empresária Ana Silvia Barreira Margut Folini.

Uma loja de bijuteria tem uma proposta diferente. A dona, Perla Goldzac, usa os aromas para fixar a marca.

O visual da loja chama mesmo a atenção. De cima a baixo, tudo é muito bem cuidado, muito bem decorado. Só que existe outro marketing que ninguém vê, e que também ajuda e muito a vender. Todos os dias, eles espalham várias vezes um aroma especial pelo espaço. Nas paredes, nas prateleiras, nas vitrines, nos próprios produtos. É o marketing do cheiro.

Ele é espalhado com difusores e borrifadores em toda loja. E logo na entrada, fisga quem passa. “Entrei, vi que a loja é toda perfumada, um cheiro gostoso, agradável”, diz a consumidora Vivian de Souza.

Os clientes gostaram tanto que Perla colocou o aroma para venda em frascos com o nome da loja dela. Virou identidade do negócio. “Para nós, acho que isso agregou um faturamento de 10% a mais, por ano, nas nossas vendas. E eu acho bem legal, eu acho que o consumidor tem que ser tratado com muito carinho”, avalia.

Internet oferece oportunidades para pequenos empresários

A internet é um dos negócios mais promissores da década. E o melhor: este mercado gigante está cheio de oportunidades para pequenos empresários. Hoje, é possível montar uma empresa para fazer sites com pouco investimento.

O empresário Mauro Marcon apostou e se deu bem. Ele constrói sites para empresas, sendo que 90% dos clientes ficam em São Paulo.

O investimento inicial foi de R$ 10 mil, dinheiro para mobiliar o espaço e comprar dois computadores. O negócio prosperou e hoje ocupa 150 metros quadrado, tem sete funcionários e virou exemplo de sucesso para quem quer entrar nesse mercado.

“As pessoas que decidirem apostar nesse mercado, e se apostarem com profissionalismo, formar uma boa equipe e com respeito ao cliente, tendem a ter sucesso”, diz.

Do total, 80% dos clientes da empresa são pequenos empresários. Para este público, o preço tem de ser atrativo. Há sites até por R$ 1 mil. São módulos prontos, o cliente escolhe o formato. Depois é só personalizar com cor e fotos. Os sites mostram a empresa, descrevem os produtos, apresentam opções de pagamento.

O grande segredo para ganhar mercado é cobrar barato, bem abaixo do que se cobra no mercado. “A grande maioria das produtoras, para ter lucro, tem que alugar o estúdio e cobrar diária [referindo-se a vídeos]. Entre R$ 5 mil e R$ 6 mil uma diária. O que nós fazemos aqui é ter bons parceiros, produtores e vender no volume.Nós rateamos com os pequenos clientes, um dia único de gravação, e aí todos os pequenos têm o seu custo mais baixo”, diz.

Os sites que a empresa vende é o próprio cliente que gerencia, faz as atualizações e ainda economiza. Mas a empresa também oferece manutenção por R$ 180 ao mês. E aí entra o trabalho de geração de negócios. A gerente de marketing Patrícia Saul sabe como tornar os sites dos clientes conhecidos. “Nós trabalhamos na otimização do site, tanto em veículos pagos, com links patrocinados, otimização através das ferramentas do próprio site”, revela.

Hoje em dia, ter um site é quase obrigatório para competir no mercado. Em 2012, o comércio eletrônico deve faturar mais de R$ 30 bilhões. E a maior cidade brasileira tem outro bom motivo para apostar nos negócios virtuais. Em São Paulo, a lei cidade limpa proibiu a propaganda nas ruas. Sumiram outdoors, displays, placas, as construções apareceram. E boa parte da verba publicitária aplicada nas ruas foi dirigida para uma mídia em plena ascensão: a internet.”

Para montar uma empresa de construção de sites, o investimento inicial é de R$ 10 mil. O negócio exige estrutura mínima: um telefone, um notebook ou tablet para apresentar os projetos.

Os contatos são feitos na própria empresa do cliente. O interessado precisa de pelo menos dois tipos de profissionais: um analista que faz a programação técnica e um web designer, que cuida do visual.

Segundo o consultor Maurício Ghetlel, o site precisa ser simples e atrativo. A dica do consultor para quem quer estourar rápido no mercado é buscar parcerias. “Agência de publicidade, normalmente, pega sites todos os dias, por necessidade de seus clientes. Então, ele pode começar a operar através de agências de publicidade, e posteriormente, ganhando um pouco de fama, indo diretamente a seus próprios clientes”, sugere.

Elidia Lombardi é a dona de uma loja de pisos laminados. A empresária queria melhorar as vendas. Para isso, contratou a empresa de Mauro para fazer um site.

A loja dobrou as vendas depois que fez o site. Uma enxurrada de 25 novos clientes todo mês. Foi o investimento em marketing mais baixo e de maior retorno da história da empresa.

E a tecnologia fez do site um poderoso instrumento de venda. O cliente clica no produto e já vê como o piso vai ficar. Todo mês, a página muda e surgem novas promoções.

“O custo benefício é excelente. Se você for fazer uma propaganda numa revista, uma página inteira você paga R$ 15, R$ 20 mil. Não tem nem comparação com o investimento que você faz através do site”, diz a empresária.

E para quem monta uma empresa de sites, o mais importante é construir reputação. Bom atendimento, qualidade do serviço e pontualidade na entrega são requisitos para crescer e faturar.

“Aqueles projetos nos quais você tem sites sofisticados, com muitas funcionalidades, aí você ganha dinheiro (...). Tem sites de mais de US$ 10 milhões”, afirma Ghetlel.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Serviço de dedetização é opção de franquia de baixo custo


As franquias de baixo custo crescem em ritmo acelerado por todo o Brasil. Uma opção é a franquia de serviços de dedetização. O investimento inicial é de R$ 15 mil.

A rede de franquias tem sete unidades espalhadas pelo país e é comandada pelo empresário Célio Barbosa Lins. O franqueador montou a primeira unidade há três anos, na cidade de Poá, Região Metropolitana de São Paulo.

“Um dia, me falaram que matar barata dá dinheiro. Eu comecei matar barata. Comecei sozinho, depois fui contratando uma pessoa, outra, e o negócio foi crescendo”, revela Lins.

Segundo Associação Brasileira de Franchising (ABF), as franquias de baixo custo crescem em ritmo acelerado. Elas representam 5% do mercado de franquias no Brasil. A rede de dedetização dá treinamento ao franqueado e os preços dos serviços variam de acordo com a região do país. Uma oportunidade para quem quer abrir o próprio negócio, com pouco dinheiro.

“Damos um kit de produtos para a pessoa começar a trabalhar na nossa franquia. Com os serviços que ele já vai executar ele já vai adquirir esse dinheiro que ele investiu na taxa de franquia”, diz Lins.

Rafael Mana já é franqueado da rede e montou o negócio em Itu, interior de São Paulo. Ele e a esposa investiram R$ 40 mil, sendo R$ 15 mil na compra da franquia e o resto em novos equipamentos, e no ponto comercial.

O franqueado é biólogo e já trabalhava com dedetização antes de abrir o próprio negócio. Ele sempre sonhou em ser um empreendedor, mas faltava a oportunidade.

Trabalhava com dedetização antes de abrir o próprio negócio. Ele sempre sonhou em ser um empreendedor, mas faltava a oportunidade.

“A franquia facilita bastante porque ela já te dá o pulo do gato. Profissionais que pastaram, sofreram bastante no mercado, então isso facilitou bastante para a gente iniciar num mercado que a gente não tinha conhecimento pleno”, diz.

A franquia está instalada em um espaço pequeno. Há um escritório e a recepção. Nos fundos, ficam guardados os equipamentos e o estoque de inseticidas em pó, líquido e gel. Mana atende a 60 clientes por mês, em residências e comércios. E fatura, em média, R$ 10 mil.

Adriano Marchesin é dono de uma padaria e cliente do franqueado. Dedetização em estabelecimentos comerciais sempre foi sinônimo de um dia inteiro de trabalho perdido. No caso de uma padaria como, por exemplo, optar pelo serviço durante a semana, era prejuízo certo no bolso do proprietário. Agora, com um método diferenciado oferecido pela franquia, essa realidade mudou.

O inseticida aplicado tem formato de gel. Desse modo, não há necessidade de interditar o ambiente. A dedetização combate insetos, como baratas, e acabar com as formigas. A toxidade do produto é baixa e não se espalha pelo ar. “Hoje em dia, com esse método, além (...) de ser higiênico, mantém a integridade da padaria, assim como o de todos os clientes”, diz Marchesin.

Pequenas empresas investem e inovam no setor de beleza



O setor de cosméticos no Brasil cresce mais de 10% ao ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). Hoje, existem mais de 1,6 mil indústrias de cosméticos no país. A maioria delas se concentra na região Sudeste. E as pequenas empresas investem no setor da beleza, com novas tecnologias e produtos diferenciados.

O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cosméticos do mundo. E o segundo quando se trata de produtos para cabelos. Basta dizer que 79% das mulheres usam artigos de beleza todos os dias. E gastam em média R$ 80 por mês com esses produtos.

A indústria de cosméticos fatura quase R$ 30 bilhões por ano no Brasil. Para levar uma fatia desse bolo, o segredo é descobrir um nicho de mercado, um segmento onde os grandes não atuam, e cliente para isso não falta. Os brasileiros, em especial as mulheres, estão entre os povos que mais gostam de novidades em matéria de beleza.

É um mercado cheio de oportunidades para os pequenos. “Nós temos cadastrados perto 1,7 mil indústrias no país, e 1,4 mil indústrias são microempresas (...). São elas que buscam nichos de mercado, pequenas tendências que estão nascendo, mas que são ainda muito pequenas para que médias e grandes empresas explorem esse segmento. As pequenas fazem esse papel meio de formiga e com que esse mercado vá se desenvolvendo, vá crescendo”, diz João Carlos Basilio, presidente da Abihpec.

O empresário Flávio de Oliveira é um desses desbravadores do mercado da beleza. Ele começou em 2009, como a maioria das pequenas empresas de cosméticos: terceirizando a produção. Flávio lançou uma linha de shampoos, hidratantes, sabonetes e cremes para os pés.

“Quando você começa com volume pequeno, a terceirização é melhor opção. E tem outra coisa, você fica concentrado no seu negócio, que é desenvolvimento de produto, mercado, distribuição, promoção, marketing e comunicação”, diz.

Ele escolheu o nicho da terceira idade e acertou em cheio. Os cosméticos têm embalagens que não escorregam, letras grandes no rótulo e produtos com muito hidratante, porque a pele do idoso é mais seca. A empresa vende 1000 unidades por mês, e dobra de tamanho a cada dois anos.

“Depois de muita pesquisa, aqui e fora, nós identificamos o crescimento da terceira idade no Brasil, e a necessidade de produtos e serviços para esse público. Não existe nada, nada foi desenvolvido ainda do que você imaginar, entre produtos e serviços, e entre produtos, cosméticos”, afirma Oliveira.

É na fábrica em Guarulhos, na Grande São Paulo, que os cosméticos do empresário são produzidos. Segundo o dono da fábrica, Rodolfo de Barros, dá para começar neste segmento com R$ 50 mil - desde que a produção seja terceirizada. “Nós fazemos a parte de lay out, desenvolvimento da marca, do logo, fazemos a formulação, a regulamentação da Anvisa, e o cliente só tem que cuidar da venda”, afirma Barros.

A primeira etapa é criar uma marca. Cosmético tem que ter charme, glamour. Aí vai uma dica: usar um nome de mulher, ou uma palavra que lembre saúde e nutrição. “Uma qualidade visual, uma consistência visual é fundamental”, diz Felipe Garcia, diretor de marketing.

Na empresa de Barros, quem cria as fórmulas é a química Solange Falco. Ela desenvolve cosméticos para empresas que estão começando. “Aí é que está o segredo. Você tem que saber misturar esses produtos certos, na concentração certa de cada um, para que você tenha um bom shampoo. O restante são aditivos, polímeros, que você coloca na formulação para enriquecê-la”, explica.

A fábrica atende pedidos de 30 clientes por mês - a maioria de pequenos empresários. E cada um tem uma necessidade. “Nós temos equipamentos diferentes para volumes diferentes”, disse. Um deles é um equipamento para 50 quilos. Outro, para 100 quilos. Há ainda um de 1,1 mil quilos. “Conforme a necessidade do cliente, a gente aplica o equipamento necessário”, diz.

As fórmulas são misturadas por uma hora. É uma etapa essencial para o produto se tornar atraente.

Inovação
Além de produzir para outras empresas, Barros também é um inovador no mercado de cosméticos. Em 2011, ele desenvolveu um creme natural para alisar cabelos. O produto é uma escova progressiva sem formol, substância que pode causar câncer. “A gente criou um produto sem formol, e que alisa tal qual o formol e deixando as mesmas características do formol”, revela.

A nova fórmula da escova progressiva usa um ácido orgânico, levou oito meses para ser desenvolvida. O investimento foi de R$ 25 mil em testes e matéria-prima.

O novo cosmético é vendido para salões de beleza.O creme é passado mecha por mecha. “Ele entra no cabelo com as escamas abertas, penetrando profundamente dentro da estrutura dele, responsável pela fórmula lisa ou cacheada desse cabelo”, explica Heloísa Montanhini, coordenadora técnica.

O alisador natural revigorou o salão. Hoje são feitas 40 progressivas por mês no local, a R$ 300 cada uma. “É o carro chefe, sim o que tem impulsionado o mercado de salões é a progressiva, e no nosso caso não é diferente”, diz Andrea Bastos, dona do salão de beleza.

Menos de um ano depois de lançada, a nova escova progressiva já representa 40% do faturamento da empresa de Barros. Ela é vendida para mais de mil salões de beleza. “As nossas vendas estão numa crescente de 35% ao mês”, diz, acrescentando que as expectativas são de mais aumento de vendas e lançamento de novos produtos para a linha de salão.